O novo Global Soft Power Index 2026 revelou as 10 maiores potências de Soft Power do planeta, medindo como os países são percebidos em termos de reputação, influência, cultura, diplomacia, inovação, governança e capacidade de atrair investimentos, turismo e talentos.
O índice mostra que os Estados Unidos ainda são os líderes, seguidos pela China, que continua avançando. Potências tradicionais disputam espaço com novos atores que ampliam sua presença internacional.
O impacto cultural americano ajuda os EUA a continuar sendo um país influente no mundo. Hollywood, o Vale do Silício, esportes e gastronomia ainda sustentam a imagem americana como centro de criatividade e modernidade.
Já a China subiu no ranking, o país também tem avançado na área cultural, tecnológica e aumentando sua visibilidade econômica. Para chegar a esta conclusão, o Índice Global de Soft Power leva em consideração:
- Patrimônio cultural e arte
- Nível de educação e realizações científicas
- Atratividade turística
- Panorama midiático e comunicação
- Reputação internacional e diplomacia
- Ambiente de negócios e inovação.
Os dez primeiros colocados incluem países da América do Norte, Europa, Ásia e Oriente Médio.
- Estados Unidos
- China
- Japão
- Grã-Bretanha
- Alemanha
- França
- Canadá
- Suíça
- Itália
- Emirados Árabes Unidos
Os Emirados Árabes Unidos consolidam sua influência, com fortes classificações em Relações Internacionais, Negócios e Comércio e melhorando suas posições em Futuro Sustentável e Governança. Se tornou o destino preferido do mundo para investimentos.
No ranking, o Brasil ocupa a 29ª posição global no índice de 2026, avançando duas posições em relação ao levantamento anterior. Vem se mantendo como o líder absoluto em soft power na América Latina, conquistou as maiores notas globais nos quesitos de Esportes, Diversão e grandes avanços em Cultura e Patrimônio.



















