A Sardenha, ilha italiana no Mar Mediterrâneo, está pagando até 15 mil euros para quem comprar ou reformar uma casa em vilarejos com menos de 3 mil moradores. O programa é promovido pela Regione Autonoma della Sardegna, o governo regional da ilha. O programa cobre até 50% do valor gasto com a compra ou reforma da primeira casa, com teto de 15 mil euros por pessoa. Ele tem como objetivo frear o esvaziamento dos vilarejos do interior, que perdem moradores para cidades grandes e para outros países.
Será que você pode receber o dinheiro?
Saiba que o benefício não é apenas para os italianos. O brasileiro também pode pedir, desde que tudo esteja dentro das regras do ingresso e permanência na Itália. Essas informações estão no site da Regione Autonoma della Sardegna.
Uma nova rodada foi autorizada para 2026, 2027 e 2028, com 15 milhões de euros por ano. O programa começou em 2022 com 45 milhões de euros distribuídos em três anos. Em 2023 e 2025, foi renovado, recebendo mais 25 milhões de euros. Foi autorizada uma nova rodada para 2026, 2027 e 2028, com 15 milhões de euros por ano. O programa oferece assistência financeira não reembolsável para a compra ou reforma da primeira casa em um dos pequenos municípios da Sardenha.
O candidato deve ter fundos próprios para cobrir pelo menos metade do preço de compra ou dos custos de renovação. Os fundos podem ser usados para:
- Aquisição de uma casa ou apartamento que servirá como residência principal do requerente.
- Realização de obras de renovação ou grandes intervenções em um imóvel já adquirido.
- Combinar a compra de um imóvel com a sua posterior reforma, conforme previsto pelos termos em edital de licitação municipal específico.
Como pedir o benefício?
O pedido é feito diretamente ao Comune (prefeitura) do vilarejo escolhido, após a publicação do edital do ano. Cada lugar tem suas próprias regras, como prazo e também critérios de prioridade, como reforma no centro histórico ou volta de descendentes de sardos que emigraram. Podem candidatar-se pessoas que comprem ou renovem o seu primeiro apartamento num município da Sardenha com uma população de até 5.000 habitantes.



















