A economia no mundo passará por grandes mudanças até 2031, sendo que a Índia despontará ao passar por uma transformação significativa que a deixará mais perto das primeiras posições no ranking das maiores economias globais. Muitos esperam que Estados Unidos e China continuem liderando, mas existe a possibilidade de mercados emergentes como a Índia, o Brasil e o México subirem no ranking mundial.
Até agora é esperado que até 2031 os EUA e a China permaneçam em uma categoria à parte, mantendo economias muito maiores do que as de qualquer outro país. Tudo indica que esses dois países deverão acrescentar cerca de US$ 6,6 trilhões cada às suas economias, refletindo um crescimento de cerca de 20% para os EUA e 32% para a China.
A China deverá ter um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 27,5 trilhões, em 2031, mesmo assim, ela ficaria ainda quase US$ 11,5 trilhões atrás dos EUA, embora permaneça aproximadamente quatro vezes maior que a terceira maior economia do mundo.
Mas Estados Unidos e China vão enfrentar grandes desafios econômicos nos próximos anos, capazes de colocar em risco a sustentabilidade de sua expansão futura. Os EUA lutam contra a crescente polarização política e uma dívida nacional exorbitante, com o pagamento de juros consumindo uma fatia cada vez maior do orçamento governamental anual.
Com a demografia em queda, estima-se que até 2035 mais de 400 milhões de cidadãos terão mais de 60 anos, o que representa quase um terço da população. Isso poderá impactar os setores industriais e tecnológicos.
Índia alcança o posto de terceira maior economia
Mesmo os Estados Unidos e a China estando em uma posição confortável, a Índia se aproxima deles, podendo se tornar a terceira maior economia do mundo. O país com a maior população do mundo deverá expandir seu PIB em 63,5% até 2031, ultrapassando o Japão, que cairá para a quarta posição no ranking de maiores economias globais.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) espera que a Índia ultrapasse o Japão e o Reino Unido até 2028, quando sua economia ultrapassará US$ 5 trilhões pela primeira vez, e em 2031 deverá superar a Alemanha, quando atingirá um PIB projetado de US$ 6,8 trilhões.




















