Os rankings internacionais dos sistemas de saúde levam em conta dezenas de indicadores — da expectativa de vida até os custos de seguros e acesso às tecnologias médicas. As posições dos países variam conforme a metodologia de cada lista, e fatores como despesas médicas e condições oferecidas para estrangeiros podem influenciar significativamente a escolha do destino.
Entre os países, destacamos Suíça, Taiwan, Coreia do Sul, países nórdicos, Alemanha, Singapura e Canadá. No entanto, rankings representam apenas parte do panorama: para pacientes estrangeiros, fatores como preços, sistema de seguro e a possibilidade de obter residência também são importantes.
A Organização Mundial da Saúde, Bloomberg, The Commonwealth Fund, assim como instituições acadêmicas e publicações como CEOWORLD Magazine, Statista, U.S. News & World Report e o Legatum Prosperity Index, utilizam metodologias abrangentes para avaliar e classificar países. Entre os principais indicadores considerados estão a expectativa de vida, taxas de mortalidade infantil e materna, mortalidade por doenças evitáveis e gastos com saúde em relação ao PIB (Produto Interno Bruto).
De acordo com a revista CEOWORLD, os dez países com os melhores sistemas de saúde são:
1. Taiwan;
2. Coreia do Sul;
3. Austrália;
4. Canadá;
5. Suécia;
6. Irlanda;
7. Holanda;
8. Alemanha;
9. Noruega;
10. Israel.
Essa classificação leva em conta tanto as capacidades técnicas dos hospitais quanto a disponibilidade de serviços médicos para o público em geral. Outras fontes reconhecidas, como A U.S. News & World Report, fizeram uma classificação um pouco diferente: a Suécia em primeiro, a Dinamarca em segundo e a Alemanha em terceiro, enquanto Finlândia e Suíça estão entre as cinco melhores.
A Statista classifica Singapura como líder e o Japão como o segundo do mundo. O Índice de Prosperidade do Legatum classifica a Noruega em 7º lugar em termos de saúde. As diferenças nos rankings são explicadas pelas diferenças nas metodologias e nos conjuntos de critérios usados por cada organização.
O Legatum Prosperity Index, por sua vez, coloca a Noruega na 7ª posição em termos de saúde. Essas variações refletem as diferenças nas metodologias e nos critérios adotados por cada organização.
Os Estados Unidos (15º segundo a CEOWORLD) se destacam pela sua tecnologia médica de ponta e inovação, mas ainda não têm um sistema universal de seguro de saúde. O atendimento de saúde é fornecido principalmente por seguros privados — seja pelo seu empregador ou individualmente. Os prêmios mensais para planos individuais variam entre US$ 300 e mais de US$ 1000, enquanto planos familiares custam ainda mais caro.
Serviços odontológicos e oftalmológicos normalmente não estão incluídos nos planos de cobertura. Os copagamentos de medicamentos prescritos variam entre US$ 5 e mais de US$ 100, dependendo da categoria. Para pessoas com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência, o Medicare está disponível cobrindo 80% dos custos. Para pessoas de baixa renda, o Medicaid e o Programa de Seguro Saúde Infantil estão disponíveis.






















