O mercado de trabalho europeu é sem dúvida um mercado de inúmeras oportunidades de trabalho, especialmente para mão de obra qualificada. No entanto, assim como qualquer outro continente, apresenta diferenças bem significativas nos níveis de renda entre países.
Essas diferenças de renda claramente acabam afetando diretamente a escolha do país ideal para quem sonha em viver e trabalhar no exterior, com maior valorização, poder de compra e qualidade de vida.
Quem está planejando viver em outro país em 2026 e está mirando no continente europeu, precisa saber que o nível salarial dos países varia significativamente, tanto em valores nominais quanto em oportunidades reais que seus salários proporcionam.
Lembrando que, quando se escolhe um país para mudar, não deve-se considerar apenas os valores dos salários pagos, mas também o poder de compra e o custo de vida oferecido em cada país.
Países com melhores e piores salários na Europa em 2026
Antes de descobrirmos os maiores e menores salários da Europa, vale mencionar que, segundo dados, a renda média anual de um trabalhador nos países da União Europeia é de 39.908. Já na zona do euro este valor é ainda maior, chegando aos 43.512 euros ao ano.
No entanto, indiscutivelmente, as diferenças salariais são extremamente altas. No caso, o país com o maior salário médio anual é Luxemburgo, onde um trabalhador ganha em média 82.969 euros por ano.
Já o salário mais baixo da Europa está na Bulgária, onde o trabalhador ganha em média 15.387 euros por ano, uma diferença de valores gritante que chega a 5,4 vezes.
Países com os maiores salários médios da Europa:
– Luxemburgo – 82.969 euros;
– Dinamarca – 71.565 euros;
– Irlanda – 61.051 euros;
– Bélgica – 59.632 euros;
– Áustria – 58.600 euros;
– Alemanha – 53.791 euros;
– Suécia – 46.525 euros.
Todos esses países possuem economias extremamente fortes, setores financeiros e tecnológicos em pleno desenvolvimento, além de terem sistemas extremamente eficientes quanto à proteção social, algo que afeta diretamente os níveis salariais.
Países com os piores salários médios da Europa:
– Bulgária – 15.387 euros;
– Hungria – 18.461 euros;
– Romênia – 21.108 euros;
– Letônia – 22.262 euros;
– República Tcheca – 23.998 euros;
– Estônia – 26.546 euros;
– Lituânia – 29.104 euros
Embora sejam salários muito mais baixos que os países com os melhores salários da Europa, essas nações, por sua vez, apresentam um custo de vida extremamente mais baixo que os demais.
Salários altos nem sempre significam qualidade de vida
Para quem sonha em viver uma carreira internacional, é preciso se atentar ao considerar apenas a renda nominal. Embora seja um indicador muito importante, o principal fator a ser observado é o poder de compra.
Em outras palavras, quantos bens e serviços podem ser efetivamente adquiridos, levando em consideração outros custos, como moradia, transporte, alimentação e os impostos.
Quando levamos esses fatores em consideração, a diferença entre países com maiores e menores salários é reduzida significativamente. A verdade é que alguns países com salários moderados podem proporcionar um padrão de vida extremamente confortável.






















