Nunca antes os bilionários exerceram tanta influência sobre o mundo — moldando políticas públicas, movimentando os mercados acionários e alimentando a euforia em torno da inteligência artificial, segundo a Forbes.
Em 2025, os Estados Unidos possuíam o maior patrimônio líquido total das famílias no mundo, com US$ 175 trilhões. Seguindo da China, que ocupa o segundo lugar, com US$ 75 trilhões, menos da metade do total dos EUA. No entanto, os Estados Unidos possuem mais riqueza do que a China, a Alemanha, o Japão, a França e o Reino Unido juntos. A riqueza global das famílias atingiu o recorde de US$ 570 trilhões em 2025, um aumento de US$ 40 trilhões em relação ao ano anterior.
Esta visualização classifica os países de acordo com a estimativa do patrimônio líquido das famílias em 2025, expresso em trilhões de dólares americanos. O patrimônio líquido das famílias inclui o valor de todos os ativos das famílias, descontados os passivos, segundo a McKinsey & Company, com base em análises da CEIC, agências nacionais de estatística, bancos centrais, OCDE, Eurostat e outras fontes governamentais.
Os Estados Unidos lideram o ranking com US$ 175 trilhões em patrimônio líquido das famílias, o equivalente a 30,7% de toda a riqueza global. O avanço do patrimônio americano no ano passado foi impulsionado principalmente pelas ações, com o otimismo em torno da inteligência artificial elevando os mercados e os lucros das empresas.
China: segunda no ranking, mas em queda no setor imobiliário
A segunda posição no ranking pertence à China, com US$ 75 trilhões em patrimônio líquido das famílias, o que representa 13,2% do total mundial, menos da metade da participação americana. Embora o número pareça elevado, ele reflete uma redução na riqueza estimada em ativos, especialmente com a queda dos preços dos imóveis no país. Mas a China mantém uma distância confortável em relação aos demais países do levantamento.
A riqueza das famílias americanas está altamente concentrada nas mãos dos mais ricos, com o 1% mais rico detendo quase um terço da riqueza nacional. Por outro lado, mais de 18% da população dos EUA vive abaixo da linha da pobreza.




















