Existem países que são considerados os mais ricos do mundo, levando em conta a renda per capita de cada um deles. A maioria deles está localizada na Europa. Já na América do Sul, um país conseguiu adotar uma estratégia semelhante à dos estados do Golfo e alcançou um nível elevado de prosperidade.
O gráfico apresenta o ranking dos países com o maior PIB per capita, com base em dados e projeções do relatório Perspectivas da Economia Mundial do FMI (Fundo Monetário Internacional). Os valores foram ajustados, levando em conta o Poder de Compra (PCC), permitindo comparações mais precisas do poder aquisitivo entre eles.
De acordo com o ranking elaborado pela Austin Rating, a partir das últimas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), o país mais rico do mundo é Liechtenstein, seguido de Singapura e Irlanda.
Países com grandes economias tendem a ter papel central em negociações multilaterais, cadeias de valor e no cenário financeiro internacional, como nos encontros do G20, em que líderes debatem políticas que moldam o crescimento global.
Como o PIB é calculado?
O PIB considera três principais componentes:
- Consumo das famílias;
- Investimentos privados e públicos;
- Saldo entre exportações e importações.
Ele oferece uma visão ampla da saúde econômica e da produtividade de um país. O PIB per capita divide o PIB total pela população, oferecendo uma estimativa da riqueza média por pessoa.
Veja o ranking
Segundo o ranking divulgado, em 2026, Liechtenstein é considerado o país mais rico do mundo, levando em conta a riqueza por habitante — PIB per capita. Analisando o Custo de Vida, o país aparece no topo da lista, com um PIB de US$ 195.372.
Em segundo lugar aparece Singapura (US$ 173.708), seguida da Irlanda (US$ 159.129). A quarta posição pertence a Luxemburgo (US$ 156.719). Os Estados Unidos ocupam a 12.ª posição (US$ 94.430).
Já a Dinamarca está em 13.º lugar (US$ 89.667); em seguida vêm Emirados Árabes Unidos (US$ 87.774) e Países Baixos (US$ 87.773). Até 2026, prevê-se que o PIB per capita da Irlanda (159.129 dólares) seja o segundo mais alto da Europa e o terceiro mais alto do mundo.
Na América do Sul, o destaque foi a Guiana. Desde o início da produção de petróleo em dezembro de 2019, o país registrou um rápido crescimento econômico impulsionado pela exploração offshore.
Com isso, foi possível financiar projetos de infraestrutura, programas de qualificação da população e investimentos públicos. A construção civil e outras atividades da economia doméstica também foram estimuladas;




















