O sonho de trabalhar e viver nos Estados Unidos está se tornando cada vez mais difícil, especialmente porque o governo do presidente Donald Trump tem como meta reduzir a imigração legal, assim como aumentar as deportações e limitar a contratação de portadores de visto H-1B em 2026.
Além disso, no último dia 16 de dezembro de 2025, foi emitida uma proclamação que impedirá que cidadãos americanos patrocinem tanto filhos, cônjuges, quanto pais ou irmãos de 39 países diferentes.
Esses países em questão representam cerca de 20% da população mundial, e a expectativa é que mais políticas sejam aplicadas para restringir empregadores, universidades e imigrantes.
EUA cria um ambiente migratório mais fechado e imprevisível
Neste ano, uma das principais políticas do governo Trump é uma agenda forte com relação à restrição migratória, marcada especialmente pela redução da imigração legal, aumento de deportações e pela criação de novos obstáculos para a entrada e permanência de estrangeiros no país.
O governo Trump mantém sua política ativa de reduzir o número de imigrantes, tanto por vias legais quanto humanitárias, apostando em proclamações e decretos que têm como objetivo mudanças regulatórias que afetam famílias, trabalhadores, estudantes internacionais e refugiados.
Seu governo tem imposto taxas cada vez mais elevadas, além de novas regras para o visto H-1B, o que está dificultando que as empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
Além disso, Trump tem avançado quando o assunto são universidades, empresas e patrocinadores familiares, ampliando assim o poder discricionário das autoridades migratórias para então negar os pedidos com base em critérios econômicos e de “autossuficiência”.
Como resultado, estamos percebendo um ambiente migratório cada vez mais fechado, repleto de incertezas e mais inseguro, onde a entrada, permanência e regularização de estrangeiros nos Estados Unidos está se tornando cada vez mais difícil.
Essa nova política adotada pelo governo norte-americano deixa claro a estratégia de contenção migratória de Trump, o que consequentemente acaba impactando nos direitos e famílias, empresas, universidades e da própria dinâmica econômica do país.





















