Em 2026, os vistos dourados permanecem sendo uma das formas mais rápidas de conquistar uma permissão de residência na Europa. Por muito tempo houve uma instabilidade mundial e mudanças na política migratória, os “vistos dourados” com isso ganharam ainda mais relevância na Europa.
Antes esses programas estavam associados principalmente à compra de casas de férias, hoje se consolidam como instrumentos de proteção, liberdade de movimento e diversificação do estilo de vida.
Entre 2025 e 2026, muitos países da União Europeia ajustaram seus programas de vistos dourados. Na Espanha, por exemplo, as regras foram fortemente restringidas, já em outros países, houve uma adaptação às novas condições econômicas. No entanto, alguns estados ainda mantêm alternativas acessíveis para residência de investimento. São justamente esses destinos que atualmente estão moldando o novo cenário desse mercado.
Segurança, mobilidade e futuro: descubra por que os “vistos dourados” estão em alta
Entre as principais razões estão não apenas a geopolítica, mas também fortes fatores econômicos. Por exemplo, o preço médio da moradia no Reino Unido já ultrapassa 300.000 libras, o que obriga os investidores a buscarem alternativas mais lucrativas.
Uma coisa que você precisa saber é que um “visto dourado” não é apenas uma compra ou investimento imobiliário. É um processo complexo que inclui suporte jurídico, planejamento fiscal e uma estratégia residencial de longo prazo.
Conheça os 5 países europeus com “vistos dourados” acessíveis
Hungria
A Hungria continua sendo um dos melhores destinos mais acessíveis para conquistar uma permissão de residência por meio de investimento. O Programa de Investidores Convidados (GIP) exige um limite mínimo de 250.000 euros, direcionados a fundos imobiliários supervisionados pelo Banco Nacional.
A principal vantagem é a flexibilidade. Neste caso, não existe a obrigação de residência permanente, e ainda assim o investidor consegue garantir uma autorização válida por 10 anos com possibilidade de prorrogação. Abrindo caminho para a cidadania – após 3 anos, é possível solicitar o PMP (sujeito à residência), e em 8 anos abrir oportunidade para poder conquistar a cidadania europeia.
Grécia
A Grécia ainda é um dos destinos mais desejados para residência por investimento. Lembrando que houve um aumento no limite de entrada em 2026. Mesmo assim, o país oferece duas opções estratégicas: aportes entre 400.000 e 800.000 euros em imóveis de alto padrão ou investimentos a partir de 250.000 euros, destinados a conservar espaços comerciais em residências.
A vantagem deste programa é a sua praticidade, já que não existe uma exigência mínima de estadia. Neste caso, o visto é concedido por cinco anos, sendo possível renovar. Embora haja uma restrição para o aluguel de curto prazo (como Airbnb), o investidor consegue manter total flexibilidade para gerir seu patrimônio.
Além disso, o caminho para a cidadania é direto após 7 anos, mediante residência fiscal, abrindo uma oportunidade para você conquistar o passaporte europeu.
Chipre
Chipre oferece um dos programas mais sólidos e confiáveis da Europa. Para conseguir uma permissão de residência permanente, você precisará investir 300.000 euros em imóveis, fundos de investimento ou negócios locais. Neste caso, você vai precisar visitar o país a cada dois anos, comprovando uma renda anual de 50.000 euros. O país tem um clima mediterrâneo, possui um sistema jurídico sólido e um regime tributário favorável, sendo uma das opções mais seguras e atraentes da Europa.
Itália
A Itália também possui um modelo de “visto dourado” muito flexível. Você poderá investir 250.000 euros em uma startup. Também 500.000 euros em negócios, 1 milhão de euros em projetos sociais e 2 milhões de euros em títulos do governo. Isso vai garantir que você obtenha residência permanente por 2 anos com extensão. O PMP pode ser obtido após 5 anos e a cidadania após 10.
Portugal
Em 2023, Portugal realizou mudanças nas regras, você precisará investir 250.000 euros em projetos culturais ou 500.000 euros em pesquisa e fundações. As vantagens são estadia mínima de 7 dias por ano, cidadania possível em 5 anos e qualidade de vida reconhecida mundialmente.





















