Os profissionais da educação são extremamente importantes para o crescimento de um país, afinal são eles que formam a base de uma sociedade educando e preparando crianças e jovens para o futuro por meio do conhecimento.
No Brasil infelizmente esses profissionais não são valorizados quanto deveria, prova disso são os baixos salários e a jornada de trabalho intensa com salas de aulas lotadas. Em 2025 o piso salarial para um docente com carga horária de 40 semanais é de R$ 4.867,77.
Enquanto o cenário no Brasil não é tão positivo em diversos cantos do mundo professores são bem remunerados e muito mais valorizados. Com isso diversos profissionais de educação acabam imigrando para diversos cantos do mundo.
Sendo assim, se você é um profissional de educação que deseja atuar em outros países é fundamental descobrir quais vão oferecer as melhores oportunidades em 2026. Com base em um artigo da Next Nation empresa de serviços de imigração e carreira internacional, vamos revelar os melhores destinos para quem trabalha com educação em 2026.
8. Tailândia

Contínua com a demanda constante por professores de inglês em escolas internacionais, privadas e programas educacionais diversos, o país é conhecido pelo baixo custo de vida, tornando os salários moderados mais vantajosos no dia a dia.
Professores de escolas internacionais recebem entre USD 30.000 e USD 55.000 por ano, enquanto professores de ESL ganham de USD 15.000 a USD 28.000, já os profissionais experientes ou em cargos de liderança podem chegar a USD 65.000.
Nos contratos é comum estar incluso visto, permissão de trabalho, seguro saúde e férias remuneradas. O visto Non-Immigrant B permite renovação anual, mas, sem acesso ao direto de residência permanente.
7. Vietnã

Está vivendo um crescimento na demanda por educação em inglês que está sendo impulsionado pela expansão da classe média e de escolas internacionais e bilíngues. Apesar de os salários serem mais baixos que em países ocidentais, o equilíbrio entre custo de vida e economia mensal atrai muitos professores.
Escolas internacionais pagam entre USD 25.000 e USD 45.000 por ano, enquanto professores de ESL recebem de USD 18.000 a USD 30.000. Cargos de coordenação acadêmica podem chegar a USD 55.000.
O pacote costuma incluir visto, permissão de trabalho, férias pagas e seguro saúde. A permanência é feita por meio de renovações do Work Permit e do TRC.
6. China

O país vive uma crescente e para profissionais de educação segue como um dos maiores mercados do mundo para professores estrangeiros, especialmente em inglês, ESL e escolas internacionais ou bilíngues.
Os salários são atrativos, ainda mais considerando o custo de vida relativamente baixo em muitas cidades. Professores de disciplinas ou escolas internacionais recebem entre CNY 250.000 e CNY 400.000, enquanto professores de ESL ganham de CNY 180.000 a CNY 300.000.
Cargos de liderança podem ultrapassar CNY 500.000 anuais. Além disso, benefícios como moradia subsidiada, passagens aéreas e bônus de contrato são comuns. O visto Z é obrigatório e patrocinado pela escola, com permanência baseada em renovações contratuais.
5. Singapura

Mantém um dos sistemas educacionais mais respeitados do mundo, com espaço inclusive para professores internacionais. As oportunidades se concentram principalmente em escolas internacionais com currículo IB, britânico, americano e CBSE, além de áreas como STEM, Matemática, Ciências e Educação Especial.
Professores de escolas internacionais recebem entre SGD 60.000 e SGD 100.000 por ano, enquanto profissionais mais experientes podem ultrapassar SGD 120.000. Professores de ESL ganham em média SGD 45.000 a SGD 70.000.
O país se destaca pelo baixo imposto de renda, bônus anuais e apoio à moradia, além disso, o visto Employment Pass permite renovação contínua e pode abrir caminho para residência permanente após alguns anos.
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4. Australia

A falta de professores acontece em todo o país com destaque para áreas regionais e especializações como STEM, educação infantil e educação especial. Professores da rede pública recebem entre AUD 75.000 e AUD 110.000, enquanto profissionais experientes podem ultrapassar AUD 125.000 por ano.
Escolas privadas oferecem salários entre AUD 70.000 e AUD 100.000. Além da boa remuneração, o país garante benefícios como aposentadoria obrigatória, licenças remuneradas e apoio sindical.
A docência está listada como ocupação prioritária, com vistos como Subclass 189, 190 e 491. O sistema favorece residência permanente e posterior cidadania para professores qualificados.
3. Emirados Árabes

Aparece como um dos destinos mais atrativos para professores internacionais, impulsionados pela expansão de escolas com currículos britânico, americano, IB e CBSE. Professores de escolas internacionais recebem entre AED 120.000 e AED 220.000 por ano, enquanto cargos mais experientes podem chegar a AED 280.000.
Professores de ESL ganham entre AED 90.000 e AED 150.000. O grande diferencial é o salário livre de impostos, somado a benefícios como moradia subsidiada, passagens aéreas anuais e seguro médico.
O visto é patrocinado pela instituição de ensino e renovável a cada 2 ou 3 anos. Apesar da excelente remuneração, não há acesso direto à residência permanente ou cidadania.
2. Canadá

O país está enfrentando uma falta estrutural de professores que vem sendo causada pelo crescimento populacional e pela expansão do sistema público, lá as principais oportunidades estão em áreas como Matemática, Ciências, Francês e Educação Especial.
Professores da rede pública recebem entre CAD 55.000 e CAD 95.000, enquanto iniciantes ganham de CAD 50.000 a CAD 65.000, já os profissionais mais experientes podem ultrapassar CAD 100.000 anuais, e escolas privadas pagam entre CAD 45.000 e CAD 75.000 por ano.
Com relação aos benefícios inclui saúde pública, pensão, licenças remuneradas e proteção sindical. O país oferece múltiplas rotas de imigração, como PNPs, Express Entry e vistos de trabalho, além disso, a residência permanente costuma ser alcançável entre 1 e 3 anos.
1. Alemanha

Vive uma escassez real de professores que está sendo impulsionada pelo envelhecimento da população e pelo aumento no número de alunos, a demanda é maior no ensino fundamental e médio, especialmente em escolas públicas.
Professores em escolas públicas recebem entre € 45.000 e € 65.000 por ano, muitas vezes com auxílio de moradia ou realocação. Professores de idiomas e ESL ganham em média € 20.000 a € 35.000, já nos cargos universitários o salário anual pode passar de € 80.000.
Além disso, o país oferece estabilidade, férias longas e forte equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Para quem busca se estabelecer, há vistos claros e até caminhos facilitados para residência de longo prazo.




















